O organismo humano funciona como uma orquestra: cada órgão cumpre o papel de um instrumento. E, quando um desafina, o corpo todo pode ser afetado.Quando a saúde bucal não está em harmonia, as bactérias e os fungos naturais dessa região podem se proliferar e atingir outros órgãos.

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A perda da memória recente, um quadro clássico da Doença de Alzheimer, manifesta-se pela dificuldade de aprender e reter informações novas. O indivíduo normalmente esquece das orientações recebidas como: tomar as medicações, compromissos agendados e até a realização da higiene bucal.

A ocorrência de problemas de saúde bucal neste perfil de paciente muitas vezes está relacionada à questão comportamental. Nos estágios inicial e intermediário, o idoso pode se recusar a fazer a higiene correta ou impedir que familiares e cuidadores o façam, o que aumenta o risco de cáries e outras ocorrências. Nos estágios finais, quando a pessoa está totalmente dependente, é preciso de ainda mais atenção.

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A influência da saúde bucal geral existe e é real, principalmente em pacientes idosos. De uma maneira geral, podemos afirmar que problemas de ordem bucal podem acarretar o aumento do risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e acidentes vasculares cerebrais, que podem levar a um aumento da taxa de mortalidade.

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A sabedoria popular há muito tempo já dizia: “a saúde começa pela boca”. E é desta forma que devemos iniciar todo cuidado com nosso idoso. Negligenciar o papel da PREVENÇÃO bucal, pode causar danos à saúde, muitas vezes irreversíveis.

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