Levando em consideração, a família, como um vínculo de afeição  e cuidados, espera- se  que dentro desse contexto, pode- se esperar o convívio equilibrado entre o familiar  e o idoso. Na nossa sociedade, não  é  bem assim  que acontece. Principalmente quando se há  uma desestrutura financeira e psicológica. A Geração de hoje, pelo menos a maioria, infelizmente, não  está  preparada  para cuidar do seu idoso, mais ainda para inseri-lo no vínculo familiar como  comentei acima.

Espera-se que ele não  dê  trabalho (adoeça, que dependa  fisicamente  e financeiramente). Nós próprios, temos pânico, de ficar dependentes. Só que todos nós vamos envelhecer  também, que  é  inerente e natural.  Afinal  com esta atitude queremos chegar aonde?

Simone Beauvoir  sinalizou nos anos 70  “Não  reconhecemos  a velhice  em nós, bem sequer paramos para observá-la, somente a vemos  nos outros, mesmo que  estes possuam a mesma idade que  nós”.

Compreender, aceitar e modificar  a nossa rotina, perante cuidar do nosso familiar  idoso. A nossa sociedade está  doente, estamos frios.  Cuidar deve ser uma situação  natural  e não  ao contrário.  Cuidar faz bem à alma e a mente,é  um processo de crescimento.

Temos hora para Tudo,que tal agora colocar no nosso calendário, a convivência de cuidar e amar os nossos  idosos.

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